Faces do Terror (3 de 3 – Final)

Prosseguindo nossa série de autores convidados, estamos trazendo a última de uma aventura em três partes escrita pelo Léo Kondo. Para quem perdeu o começo de tudo, a Parte 1 está AQUI e a parte 2, AQUI.

Esta é a parte final de nossa mini-campanha para o Brigada Ligeira Estelar Alpha.

No primeiro episódio, introduzimos nossos personagens e os colocamos em uma situação difícil. Na segunda, o caldo da trama engrossa e eles precisaram enfrentar terríveis inimigos antes de enfrentar uma dura missão. Ponha sua trilha sonora de abertura favorita e em seguida, leia o texto a seguir. Repetindo, mantenha a postura: você é o narrador!

No último episódio, nossos heróis interrogaram Emilika Dorov — filha do Duque Sebastião Dorov e provavelmente um espetacular exemplar da Síndrome de Estocolmo — apenas para serem atacados a seguir pela terrível milícia dos Griseo Anguis. Após um árduo combate contra um aterrorizante hussardo irregular pilotado pelo misterioso Alexis, os personagens se dão conta: o Duque e sua filha foram raptados pelos milicianos! Agora é preciso seguir o rastro desses dois sem perda de tempo!

Em seguida, leia em voz alta o título do episódio mais uma vez!

Parte 1: Perseguição

O Capitão Vermont explica que alguém invadiu a sala onde estava o Duque e Emilika e derrotaram os guarda costas, levando ambos a seguir. Os personagens devem persegui-los até encontrá-los, por isso o Capitão lhes entregou o tablet que mostra a localização deles. O espaçoporto Cassini nesse momento está um caos com o combate acontecendo na órbita do local. Alguns destroços de robôs caem na estação, mas por enquanto, nada grave.

Se algum jogador decidir analisar o mapa do espaçoporto e localizar aonde está a moça, vai perceber que ela está indo para o hangar de nave de carga. De qualquer forma, enquanto os personagens perseguem a garota, descreva para os jogadores:

Enquanto vocês procuram Emilika, no espaço, a batalha continua. Alguns leves tremores acontecem na Estação. Entretanto, mais reforços da Brigada chegam — a batalha continua intensa e não parece que vai acabar agora. Alguns destroços de robôs e naves estão caindo pela área e logo deve-se andar pelo espaçoporto com cuidado.

Enquanto os personagens perseguem Emilika e o Duque, devem rolar testes de Habilidade para alcançá-los. Solicite um teste para cada jogador, descrevendo como se movem pelo lugar sem sofrerem danos. Perícias que ajudem nisso podem conceder bônus.

Deve-se obter três ou mais sucessos, antes de três falhas, para alcançar e encontrar os fugitivos. Caso os personagens jogadores falhem, encontrarão 1d6 de soldados da Griseo Anguis de vigília no espaçoporto.

Soldado da Griseo Anguis (6N)
F0 H2 R1 A0 PdF1; PVs:5, PHs:5; Patrono (Griseo Anguis); Especializações: pilotagem, arrombamento e intimidação.

Os soldados lutarão até a morte e, se capturados, não revelarão nada — eles preferem morrer.

A cada encontro com os soldados, peça novos testes de Habilidade para perseguição. Em caso de falha novamente, outro encontro.

Parte 2: A Griseo Anguis

A partir daqui, a aventura se desenvolve em dois caminhos, um considerando a falha total na perseguição e outro considerando seu sucesso. Vamos começar pelo caminho da falha.

a) Caminho da Falha

Se falharem três vezes seguidas na perseguição, eles perderão Emilika de vista, que consegue fugir com seu pai em uma nave no hangar de carga.

Chegando tarde demais

Os personagens chegam no Hangar a tempo de ver uma nave decolar. O rastreador aponta que Emilika está naquela nave e não existe nenhuma outra nave disponível para perseguí-la. O sinal do rastreador vai ficando fraco até sumir completamente: ela fugiu com o Duque.

Reagrupando

Se os jogadores falharem em impedir a fuga de Emilika, eles receberão um chamado do Capitão pelo comunicador e ele começará a falar: 

“Oficiais, percebi que Emilika fugiu com o Duque mas temos alguns outros problemas no momento. Vou mandar alguma nave disponível tentar persegui-los. Nossas tropas conseguiram contornar a situação no espaço e obtivemos vantagens contra o ataque surpresa da Griseo. Voltem a base para nos reagrupar! Precisamos de todos os Oficiais disponíveis!”

Explicando a situação

De volta à base da BLE, a situação do combate se normalizou mas o Capitão está furioso: além de todos os problemas do ataque da Griseo, Emilika fugiu com o Duque — mas ele ordenou que uma nave tentasse persegui-los. Assim que os personagens chegam, o Capitão fala:

“Que bom que voltaram rápido! Sei que a situação está complicada, mas ainda temos muitas coisas para resolver! Acredito que há um segredo por trás do ataque desses terroristas… Tínhamos feito um esquema de segurança de alto nível, reforçamos a Estação Parlamentar para receber diversas naves vindas de todo Império, multiplicamos nosso efetivo e ainda haviam os Hussardos que escoltavam as naves. Claro que esperávamos um ataque, mas é como se eles estivessem com nossos planos e soubessem de nossas possíveis falhas! De qualquer forma, queria avisá-los que sua Capitã Monte Castelo está aqui com a Belonave Almirante Calaveira e espera por vocês. Vamos para lá!”

Obviamente, se os personagens não estiverem jogando com a Brigada, o capitão de Belonave será outro. Independentemente disso, o capitão ordena que vocês o sigam até onde o Cruzador Imperial está. Vá para a Parte 3 — “De volta ao Almirante Calaveira”.

b) Caminho do Sucesso

Caso consigam vencer os testes de Habilidade, nossos protagonistas chegarão aonde Emilika está.

Encurralando

Os personagens chegam ao hangar um pouco antes de Emilika com o Duque. Lá no Hangar eles podem ver uma nave de carga que parece estar pronta para decolar e é vigiada por 1d6 Soldados da Griseo (ficha descrita acima). Quando os jogadores se aproximarem do hangar peça um Teste Fácil de Habilidade. Se tiverem Furtividade, eles passarão automaticamente. Se falharem, os soldados avistarão os Protagonistas e um combate se inicia.

Caso os Protagonistas não tenham sido vistos, poderão se esconder atrás das cargas estacionadas no hangar para fazer um ataque surpresa (os Soldados serão considerados Surpresos) ou atacá-los de frente — ganhando um Turno extra de surpresa.

Depois do combate, Emilika e o Duque chegarão ao hangar acompanhados de dois soldados da Griseo. Quando percebem os Protagonistas, Emilika e o Duque tomarão um susto.

Recuperando os dois

Os dois soldados milicianos com Emilika e seu pai atacarão os Protagonistas, mas não serão páreos para eles. Assim que forem derrotados, o Duque Dorov começará a falar.

“Por favor, nos deixe ir, eu imploro! Minha filha não quer nos prejudicar mas, se ela ficar aqui, será presa. Eu fiquei sete anos procurando-a, não posso perdê-la!”

Se os Protagonistas tentarem argumentar com coisas do tipo “ela nos atacou”, “ela queria sequestrar o senhor” e outras coisas do tipo, ele responderá:

“Ela estava sendo obrigada! Poderiam matá-la se não os obedecesse. Por favor, aqui é perigoso demais para ela! Já temos uma rota segura de fuga pronta para Albuquerque. Fale para eles, filha…”

Emilika olha para cada um dos Protagonistas e diz.

“Vocês não compreendem! Quanto mais tempo perdermos aqui, mais risco de vida eu e meu pai correremos! Por favor, nos deixem ir!”

Se algum jogador pedir para ela explicar o que está acontecendo, ela responderá:

“Não dá tempo de explicar agora! Eu preciso correr com meu pai daqui!”

Se algum jogador tentar perceber se ela está sendo sincera ou não, qualquer sucesso em um teste para descobrir isso mostrará que ela está nervosa, mas não parece estar mentindo. De qualquer forma, cabe aos Protagonistas decidirem o que farão.

O Duque insiste para que os deixem ir embora e diz até que pode recompensá-los em Albuquerque. Emilika não falará muita coisa, ela apenas dirá que precisam ir logo, porque correm risco de vida. Se os jogadores optarem por deixar eles irem, vá para o Caminho da Falha e continue o jogo a partir de “Reagrupando”, se resolverem levá-los sob custódia, o Duque ficará transtornado e gritará.

“Vão matar minha filha! ela NÃO FEZ NADA! Por favor, entendam isso!” 

Emilika abaixa a cabeça e chora um pouco.

Voltando para base

Assim que os Personagens “prendem” o Duque e sua filha, o Capitão Vermont entra em contato pelos comunicadores e pede que eles retornem logo à base da BLE. Ao retornarem com os dois, o Vermont os recebe e começa a falar.

“Obrigado por trazerem-na de volta! Finalmente conseguimos controlar a situação no espaço, nossas tropas derrotaram os robôs e naves da Griseo, os sobreviventes saíram em retirada… Agora vamos nos reagrupar e, enquanto isso, vamos tirar informações desta moça que já nos causou alguns problemas. Quanto à Vossa Graça, Duque Dorov, entendo a sua posição de nobre, político… e pai. Mas, na minha posição, preciso cumprir meu dever — e ela é uma peça valiosa para entendermos o que está acontecendo. Venham comigo, Alferes! Vamos descobrir o que está por trás dela!”

O Capitão Vermont finaliza apontando para Emilika e o Duque Dorov, já bem transtornado, começa a falar:

“Isso é inadmissível! Minha filha não fez nada, ela foi coagida! Vocês estão abusando de sua autoridade! Sabem quem eu sou? Quero fazer uma ligação! Conheço pessoas que não vão gostar dessa situação!”

O Capitão Vermont, um pouco irritado, retruca.

“Duque, com todo respeito a sua posição, quem NÃO ESTÁ GOSTANDO DA SITUAÇÃO AQUI SOU EU! Minhas tropas sofreram baixas com esse ataque! A Estação Parlamentar sofreu danos desastrosos! Estamos em estado de alerta! Muita gente MORREU! Estes Oficiais arriscaram suas vidas por você e acredito que eles merecem uma resposta sobre tudo o que está acontecendo! Sua filha nos deve, SIM, muitas explicações! Até deixar tudo esclarecido, ela é minha prisioneira e se vossa graça não cooperar, vou levá-lo como cúmplice dela, não importando sua posição política! E pode deixar que eu me viro depois para explicar a situação aos meus superiores! Além disso, está vindo para cá a Capitã da Belonave na qual esses jovens servem. E ela não vai gostar nada de saber que seus jovens soldados morreram durante o ataque… Então colabore comigo e garanto que tudo será resolvido da melhor maneira! Caso contrário, eu te entrego nas mãos de pessoas furiosas que não serão tão bondosas quanto eu estou sendo agora! E vai por mim, ninguém vai me dedurar por fazer isso!”

Após essas palavras do Capitão Vermont, o Duque fica calado. Em seguida, ele ordena que os Protagonistas levem o Duque e sua filha para a sala aonde será feito o interrogatório. E na sala, ele pede para que todos entrarem antes dele — assim, ele entra por último e tranca a porta.

“Agora comece a falar, moça… Estamos ouvindo.” 

Vermont aponta para os Protagonistas e profere:

“Estão livres para perguntarem tudo o que for necessário. Vamos ver o que ela tem a dizer.”

Emilika olha para o pai e depois começa a falar:

“Há sete anos eu fugi de casa. Queria ser uma Piloto Hussardo mas meu pai, ao perceber isso, mexeu uns pauzinhos para que eu não pudesse me alistar na Guarda Regencial de Albuquerque. Fui então para outro planeta, Inara.

Com alguns colegas na época, decidimos tentar nos inscrever na Brigada — mas alguém nos ofereceu a chance de pilotar robôs mais facilmente e ainda ganhar muito dinheiro. Começamos a treinar e logo, estávamos pilotando e realizando missões de contrabando e ataques à naves de carga. Quando descobrimos, já eramos parte da Griseo… Não era ruim, tínhamos nossa liberdade e nosso dinheiro… Era arriscado, mas a liberdade valia a pena.

Sobre o ataque, nossos informantes nos avisaram de uma reunião com políticos de vários planetas na Estação Parlamentar. Os políticos viriam em naves escoltadas pela Brigada e, mesmo sendo perigoso para nós, haveriam pontos onde as naves ficariam mais vulneráveis a ataques surpresa. Então nos foi passada a seguinte missão: ‘atacar as naves, agrupar o máximo de políticos influentes possíveis e aguardar uma localização para levar o grupo’.

Quando vi o nome do meu pai na lista de políticos, eu não quis nada de ruim acontecendo com ele. Então minha ideia foi a de sequestrá-lo e mandá-lo de volta para Albuquerque. Mas quando fomos derrotados, percebi que isso não daria certo e eu não tive como abrir o jogo de cara, porque falhei na missão e não poderia voltar sem uma boa explicação… Foi quando usei meu robô como isca e o fiz enviar um sinal que atraiu a frota da Griseo para cá. Acredito que outros pilotos nossos fizeram a mesma coisa, por isso apareceram tantos soldados por aqui.”

Se os Protagonistas fizerem mais perguntas, ela abrirá o jogo. Aqui estão algumas respostas.

  • O que a Griseo queria com os políticos?

Emilika não sabe informar ao certo mas a prática mais comum da Griseo é sequestrar, pedir uma alta quantia em dinheiro parcelado e depois liberar o político em algum planeta distante. Caso não paguem o valor nos meses corretos, matam o político e desovam seu corpo próximo às bases militares do seu planeta de origem.

  • Como conseguiram invadir a Estação Parlamentar, mesmo com tanta segurança?

Ela não sabe dizer mas garante que a Griseo tem informantes em todo o Sabre e que nunca explicam aos seus membros toda a missão de uma única vez — fazem sempre por partes.

  • Onde fica a base da Griseo?

A Griseo tem várias bases. Ela não sabe dizer onde fica seu QG mas a base onde ela mais atuava ficava num asteróide perto de Inara. No entanto, Emilika visitou pouquíssimas bases da Griseo e nenhuma delas parecia de fato o QG do grupo.

  • Ela poderia levá-los até lá?

Ela diz que prefere morrer a entregar seus aliados. Por mais que não quisesse fazer mal ao seu pai, ela ainda é fiel ao grupo e luta por seus ideais — então ela não vai entregar seus parceiros.

  • O que é a Griseo?

Um grupo revolucionário miliciano que obtém sustento com sequestros e pilhagens de naves da nobreza — e o que lhes resta, entrega às comunidades carente dos planetas mais negligenciados pelo Império.

  • Quais os próximos passos da Griseo?

Ela não sabe dizer mas é provável que ela não possa mais voltar para eles — então quer ser, pelo menos, presa.

Ela responderá essas e quaisquer outra perguntas, mas não tem muito mais a falar. Ela diz não se arrepender de sua decisão e não vai cooperar mais. O Duque implora para que ela não seja tratada como criminosa mas, como ela confessou alguns crimes, é provável que o Capitão Vermont a denuncie. Após o interrogatório, alguém bate na porta e o próprio Capitão a abre. Um Oficial da BLE se apresenta e diz:

“Capitão, o Cruzador Imperial está aqui. A Capitã Monte Castelo quer falar com o senhor.”

Vermont pede para o oficial chamar alguns guardas e levar Emilika para uma cela especial. Ele garante ao Duque que não vai fazer nada de errado com sua filha — mas, por enquanto, ela é sua prisioneira. O Duque esbraveja um pouco mas entende a situação e pede para não maltratarem-na: diz que logo ele vai tirar ela de lá. Para os jogadores, o Capitão pede que eles o acompanhem até o Cruzador.

Parte 3: De volta ao Almirante Calaveira

O capitão Vermont leva vocês até um hangar reservado para a Belonave Almirante Calaveira.

Na Belonave, vocês são levados até onde a Capitã está. Após os cumprimentos iniciais, a Capitã pede para vocês explicarem o ocorrido. O Capitão Vermont explica que precisa ir, já que a Estação está um caos e ele precisa pôr tudo em ordem. A Capitã Monte Castelo também ordena que vocês vão para a ala hospitalar e depois voltem ao seus aposentos para descansar.

Os Protagonistas devem estar exaustos. Caso Emilika e o Duque tenham escapado, eles ficarão sabendo que uma nave da BLE já está perseguindo eles. Se capturaram Emilika, a Capitã parabenizará os Oficiais — mas agora é hora deles se recuperarem já que a situação foi bem tensa. Depois de passarem da ala médica e tratar os possíveis ferimentos, os Protagonistas estarão livres para fazer o que quiserem, desde que não saiam da Belonave. Se tentarem, Vermont solicitará que voltem e descansem, para não atrapalhar seu trabalho.

Agora seria a hora dos Protagonistas reunirem todas as informações que conseguiram, pensarem no que aconteceu e planejarem seus próximos passos.

Caso tenham perdido alguém, seja um Protagonista ou Coadjuvante da nave, provavelmente estarão tristes ou até querendo vingança. Porém, agora não é hora para ação e sim para o repouso. O mestre deveria criar situações que estimulem isso — algum Coadjuvante na nave pode ter feito amizade com algum Protagonista e veio lhe fazer uma visita, ou um rival pode ter vindo visitar seu desafeto para saber se ele ainda está em condições dignas de agir.

Os Protagonistas podem receber mensagens de entes queridos como familiares ou interesses amorosos… enfim, deixe um momento para ações leves, descontração ou descarrego da ação pesada dessas últimas horas. Enfatize que todos estão exaustos e logo vão querer dormir, mesmo a situação fora da nave não estando tão boa. De qualquer forma, após realizarem as ações desejadas, diga o seguinte para eles:

A sirene toca e uma voz anuncia: “teremos um salto hiperespacial de volta para Albuquerque! Todos os oficiais, preparem-se!”

Os Protagonistas devem retornar de imediato aos seus aposentos, caso não estejam neles — e, assim que o fizerem, o Cruzador partirá para o hipersalto.

Alguns minutos após o salto, eles já estarão próximos a Albuquerque. Deixe os protagonistas descansarem e dormirem um pouco. No outro dia, na parte da manhã, permita a todos interagirem com os outros membros da Belonave: depois de algum tempo eles receberão uma mensagem em suas pranchas digitais: a Capitã quer vê-los em sua sala imediatamente.

Ao chegarem, a Capitã Monte Castelo abre uma garrafa de vinho e oferece um gole direto no gargalo para os Protagonistas. Se algum deles recusar, ela apenas diz “Adoro jovens tímidos…”, dá uns bons goles e começa a falar logo a seguir:

“Situações desse tipo me obrigam a beber. Perdi alguns esmaltados logo em sua primeira missão e isso é frustrante demais… eles eram meus subordinados! Não gosto disso e não vou ficar satisfeita até vingar esses jovens! E como vocês foram um dos grupos que sobreviveram e estão em boas condições de ação, eu tenho um plano.”

Se passaram pelo Caminho da Falha, a Capitã continuará falando.

“Fiquei sabendo que a filha do Duque Dorov era uma das milicianas envolvidas na confusão e fugiu com o Duque. Como o Capitão Vermont já enviou uma nave para cuidar disso, vou deixar na mão dele… mas essa Griseo não vai me escapar! Vou reagrupar o esquadrão e irei atrás deles. Foi um ataque muito bem coordenado contra um grupo altamente reforçado da BLE na Estação, mas acredito que podemos achar pistas e descobrir mais sobre esse grupo.”

Se passaram pelo Caminho do Sucesso, a Capitã falará.

“Bom conseguimos muitas informações sobre o grupo que atacou a Estação e temos uma pista sobre a localização de uma de suas bases. Temos a obrigação de honrar nossos companheiros mortos e ainda por cima cumprir o dever de proteger o Império. O que me dizem de seguirmos esses vagabundos?”

É improvável que os Protagonistas recusem a ideia da Capitã (por mais louca que pareça) mas caso não aceitem de primeira, a Capitã usará de quaisquer meios para convencê-los — seja por empatia, sedução, sentimentos ou mesmo intimidação. De qualquer forma seria bom eles aceitarem (a história precisa andar).

Entretanto, há um detalhe relembrado pela Capitã: seus robôs estão na base da BLE da Estação Parlamentar e estão muito danificados. Além disso talvez eles não sejam o suficiente para uma missão como esta, então vocês talvez precisem de novos. Se os Protagonistas estavam usando o Hussardo Padrão da BLE, a Capitã diz que eles precisam arranjar robôs mais apropriados para a missão e sabe como consegui-los. Caso estivessem usando robôs diferentes, ela diz que tem um local onde podem refazê-los. Não importando qual a situação ela diz que, antes de partirem para a missão, todos devem estar com seus robôs e ela vai resolver isso.

E por fim…

Ganchos de Continuidade

A campanha Faces do Terror apresentada pelo blog Brigada Ligeira Estelar termina oficialmente por aqui, mas isso não significa que ela deva acabar em sua mesa — até por fechar tão em aberto! Diversas pontas ficaram soltas propositalmente para que sua mesa seja única! Mas, para não deixá-los à mingua, listaremos aqui alguns pontos que devem ser levados em consideração ao elaborar os próximos episódios de sua campanha.

Qual o plano da Capitã?

Como os terroristas conseguiram adentrar o espaçoporto com tanta facilidade?

Onde estão Emilika e o Duque nesse momento?

A segunda filha do Duque tem algum envolvimento com isso?

Qual será a próxima parada dos Protagonistas?

• Existe algum suspeito entre os Coadjuvantes já conhecidos pelos Protagonistas?

Texto de Léo Kondo.

Pilotos novatos em missões importantes assim!?

Para alguns, pode parecer estranha a decisão da capitã Monte Castelo em chamar os Protagonistas para uma missão de ataque em uma base inimiga: eles são pilotos novatos, com pouca experiência e confiança em batalha, e provavelmente devem haver outros oficiais mais capacitados para missão.

Sim, eles são novatos, mas sobreviveram a um ataque dos inimigos e já têm experiência contra eles. É claro, existem outros Oficiais mais capacitados na própria Belonave, mas eles tem outras missões importantes no momento e os Protagonistas já devem ter motivos pessoais para querer atacar a base inimiga. Além disso, a Capitã criou um plano — ela não é uma pessoa tão louca assim…

CONTINUA NO PRÓXIMO EPISÓDIO…
(e agora é por conta de vocês)

DISCLAIMER: todas as imagens aqui para fins divulgativos, presentes pertencentes a seus respectivos proprietários intelectuais.

2 comentários

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